O Conde de Monte Cristo Trata-se de uma obra que versa sobre a condenação e encarceramento de um inocente, motivados não por erro de justiça e sim, por conveniência de pessoas envolvidas no retorno de Napoleão da Ilha de Elba para recuperar o trono perdido. Durante uma década e meia, instruído em todas as ciências da época e tendo adquirido gostos e maneiras refinados através de estreito relacionamento com um companheiro de cárcere (abade de cultura enciclopédica), este homem mítico foge milagrosamente da prisão e reaparece em Paris, acobertado sob o manto de riquíssimo e poderoso nobre estrangeiro, com o firme objetivo de restaurar a sua justiça particular. Saídos da pena de Alexandre Dumas, desfilam no texto personagens de toda a alta sociedade parisiense - aristocratas e burgueses enriquecidos - que realizam grandes negócios, mantêm romances ocultos, todos movidos por múltiplas e intensas emoções humanas.Autor: Alexandre Dumas |
Hamlet
Hamlet é um príncipe dinamarquês que busca vingar a morte de seu pai, tramada pelo próprio irmão, seu tio-padrasto. O fantasma do pai é personagem que aparece para Hamlet, incentivanto a vingança. Este, diz sentir-se preso, quando na verdade , transcende os limites da própria peça, e mostra-se se livre para ir além dos limites dela. É consciente do que se passa a sua volta. Apesar da percepção aguçada, não consegue direcionar seu destino. Consegue o que o queria, mas, também vai-se deste mundo. Em Hamlet, a psicologia dos personagens é construída, no decorrer da peça, não de maneira direta. É como uma música que tem uma nota após a outra, cuja afinação, melodia e harmonia, parecem se entrelaçar com os nossos pensamentos de forma sutil, sem que percebamos a tempo, estamos mergulhados no oceano das internalizações de seus personagens Autor: William Shakespeare |
O escravo Marcial lutou pela liberdade como um guerreiro. Fugiu da fazenda onde era açoitado e torturado e buscou o Mocambo do Congo, um quilombo quase inacessível. Deixou para trás sua mãe e sua namorada, que um dia pretendia reencontrar, quando a lei da abolição fosse assinada.
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Quem é aquele homem estranho com uma horrível cicatriz no rosto? Por que Marcão desapareceu sem deixar vestígios? O que significa tanto movimento naquele velho casarão no fim da rua? Em busca da resposta para estas perguntas, Pedro, Serginho e Renato e toda a turma da Rua Quinze decidem entrar em ação. Você nem imagina do que esse grupo de jovens é capaz! |
Machado de Assis (1839-1908), escrevendo Dom Casmurro, produziu um dos maiores livros da literatura universal. Mas criando Capitu, a espantosa menina de "olhos oblíquos e dissimulados", de "olhos de ressaca", Machado nos legou um incrível mistério, um mistério até hoje indecifrado. Há quase cem anos os estudiosos e especialistas o esmiuçam, o analisam sob todos os aspectos. Em vão. Embora o autor se tenha dado ao trabalho de distribuir pelo caminho todas as pistas para quem quisesse decifrar o enigma, ninguém ainda o desvendou. A alma de Capitu é, na verdade, um labirinto sem saída, um labirinto que Machado também já explorara em personagens como Virgília (Memórias Póstumas de Brás Cubas) e Sofia (Quincas Borba), personagens construídas a partir da ambigüidade psicológica, como Jorge Luis Borges gostaria de ter inventado.
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Nova edição de uma das obras mais populares do grande mestre do romance português Eça de Queirós.
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